domingo, 20 de maio de 2018

Parque Florestal de Amarante

"Há um parque junto ao rio Tâmega, onde há corvos, esquilos, árvores centenárias e uma ilha dos amores."


Foi graças a esta frase, que ouvi num programa de rádio (na TSF) que me desloquei a Amarante, especificamente para visitar o Parque Florestal em 2011 (dois anos antes de ter criado este blogue). 

O Parque Florestal de Amarante, é um espaço bucólico por excelência. Fresco, ideal para um passeio, para descansar, para refrescar na água do rio ou para apreciar imponentes espécies da flora, como sequóias, ginkgo bilovas, tílias, plátanos, bordos, etc.

Começou a ser plantado em 1916, por iniciativa de António do Lago Cerqueira (ex-presidente da câmara) tendo como objetivo a florestação da Serra do Marão e da Serra da Meia Via.

O parque fica a uns trezentos metros, a jusante da Ponte de São Gonçalo:

Ponte São Gonçalo - Rio Tâmega - Amarante


Quando o rio está com pouco caudal, podemos atravessar de um lado para o outro. Não foi o caso de quando lá estive há duas semanas.









Flor - Castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum)




















O parque tinha também algumas aves, que ali estavam expostas fruto de apreensões da polícia, mas nesta minha última visita já não vi nenhum animal. Provavelmente passarão a ser entregues a algum centro de acolhimento visando a sua libertação, mas isto é mera especulação da minha parte. Em 2011 ainda por lá vi gaios e corvos:



Vista aérea no Google Maps:



domingo, 6 de maio de 2018

Depois do Preto dos Incêndios, da Chuva e do Vento, o Verde e o Amarelo da Primavera




Por aqui passo todos os dias junto ao Miradouro da Barragem de Crestuma-Lever (que com o arvoredo em frente não dá para mirar nada, não é Câmara Municipal de Gaia?). Desde o fim-de-semana dos grandes incêndios de Outubro, durante meses, todo este espaço esteve preto, carbonizado, e cinzento da cinza, das árvores e ervas que arderam. E esta mimosa, depois de queimada, manteve-se sempre de pé, até que veio a chuva e forte vento, e tombou. Mas entretanto todo o preto da terra, aos poucos, foi substituído por um mar de malmequeres amarelos bem como outras ervas silvestres.





Na falta das minhas próprias fotografias, podemos pode como estava a mimosa em 2015 com recurso ao Google Maps:




O enorme tronco da mimosa, partido ao meio...


Por entre as ervas ainda se vêem vestígios do incêndio, raízes queimadas.


E os pinheiros queimados...



Apesar dos milhares de flores disponíveis os polinizadores que se vêem são muito poucos, o que não é bom...






Mas o que é fantástico é como neste local (como em muitos outros) num curto espaço de tempo, depois do preto dos incêndios, a Natureza rapidamente coloriu de verde e amarelo a paisagem fazendo esquecer o que aconteceu há meio ano.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Livro Portugal Natural

Mais um livro que me chegou às mãos (fruto de mais uma troca por plantas) para ser certamente futura fonte de pesquisa. É uma edição de 320 páginas da Deco Proteste com a colaboração da Liga para a Proteção da Natureza de Abril de 1995. 

Aborda diferentes temas da fauna e flora portuguesa com capítulos sobre árvores (folhosas e resinosas); plantas e flores silvestres invertebrados; aves (terrestres e aquáticas); mamíferos; répteis; animais de água doce e ainda um capítulo sobre cogumelos.